Metaverso: o que é a economia do mundo paralelo e como ela pode ser explorada nos próximos anos

A Bloomberg Intelligence calcula que a oportunidade de mercado para o metaverso pode atingir US$ 800 bilhões (R$ 4,5 trilhões) até 2024. Já o Bank of America incluiu o metaverso na sua lista de 14 tecnologias que revolucionarão a nossa vida. Facebook mencionou NFTs em sua visão sobre o metaverso Reprodução O que será necessário para construir o metaverso — o mundo paralelo e totalmente digital que grandes corporações, como o Facebook e a Microsoft, estão tentando desenvolver? Esse universo na nuvem baseado em realidade aumentada precisará de muitos recursos, anos e colaboração de corporações de diferentes setores. Criar um mundo novo é desenvolver a economia por meio de bens e serviços que ainda não existem e, provavelmente, inspirar a criação de novas empresas ao longo do caminho. Os especialistas concordam que é pouco provável que uma única empresa possa construir e manter o cibermundo. VEJA TAMBÉM NFT: terreno em mundo virtual é vendido por recorde de US$ 2,4 milhões Entenda: o que é o metaverso, apontado como o futuro do Facebook A Bloomberg Intelligence calcula que a oportunidade de mercado para o metaverso pode atingir US$ 800 bilhões (R$ 4,5 trilhões) até 2024. Já o Bank of America incluiu o metaverso na sua lista de 14 tecnologias que revolucionarão a nossa vida. "O metaverso compreenderá inúmeros mundos virtuais conectados entre si e com o mundo físico", segundo os especialistas no recente "relatório temático do Bank of America: As 14 tecnologias que revolucionarão a nossa vida". "Eles gerarão uma economia forte, englobando o trabalho e a diversão, enquanto transformam indústrias e mercados muito tradicionais, como as finanças, os bancos, o comércio e a educação, saúde e fitness, além do entretenimento para adultos", segundo o relatório. "No final da década — em 2030 —, passaremos mais tempo no metaverso que na 'vida real'", segundo o inventor americano Raymond Kurzweil, pioneiro no desenvolvimento de diversos avanços tecnológicos e diretor de engenharia da Google desde 2012. Mas o conceito, na verdade, não é novo. Diversos videogames online vêm desenvolvendo mundos virtuais há décadas. Não se trata do metaverso, mas há algumas ideias em comum. Facebook demonstra protótipo de luva tátil com foco no metaverso Grandes investimentos "Não se trata de algo novo. A novidade é o volume de investimentos que o metaverso vem recebendo, além da crescente aceitação dos ativos digitais em uma população cada vez mais nativa do mundo digital", segundo Benjamin Dean, diretor de ativos digitais da empresa de análise e investimentos WisdomTree. "O ritmo da transformação continua se acelerando, o que significa que tecnologias [que considerávamos] distantes e de longo prazo estão se aproximando cada vez mais rápido", segundo ele. "Nos últimos anos, nos países industrializados, a maioria das pessoas (mais de 50%) não se lembra de como era a vida antes da internet. Essa mudança demográfica continuará se aprofundando, especialmente nos países onde os smartphones são onipresentes e a população é mais jovem", segundo o especialista da WisdomTree. "Dez anos atrás, chamei esse processo de virtualização do mundo", acrescenta Dean. Segundo o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, no universo digital que será o metaverso, "você poderá se teletransportar instantaneamente como um holograma para chegar ao escritório sem necessidade de deslocamento, a um concerto com os amigos ou à sala da casa dos seus pais para saber das novidades". Mas, ao contrário da realidade virtual atual, que é principalmente utilizada para videogames, o metaverso poderá englobar o entretenimento, os jogos, shows, cinema, o trabalho, a educação e muito mais. E isso fará com que se desenvolvam novas empresas e tecnologias nesses setores específicos. Shows, conteúdo e entretenimento A cantora Ariana Grande, o DJ Marshmello e o rapper Travis Scott já se apresentaram no famoso videogame Fortnite, da Epic Games, em uma demonstração de como poderia ser o futuro dos shows musicais no metaverso. Até 12,3 milhões de jogadores da plataforma chegaram a se reunir em tempo real em abril do ano passado para presenciar o lançamento da música The Scotts, composta pelo superastro do rap Travis Scott e seu colega Kid Cudi. E até o ratinho Mickey parece estar pronto para interagir no metaverso. O diretor-executivo da Disney Bob Chapek afirmou que o conglomerado está se preparando para dar um salto tecnológico rumo ao mundo da realidade virtual nos seus parques temáticos. Mas a experiência não ficaria limitada aos parques. "Estender a magia dos parques da Disney para os ambientes domésticos é uma possibilidade real", segundo ele. "A geração Z impulsionará a mudança para o metaverso e o uso de hologramas, além de maior criação de conteúdo para os mundos virtuais. Essa ação poderá beneficiar o setor, ainda que em prazo muito longo", segundo o relatório do Bank of America. ENTENDA: o que é NFT Moda em NFT: por que estão pagando por roupas virtuais Os provedores de conteúdo, que incluem filmes (Disney), televisão (Discovery Channel), esportes (Fox Sports), música (Universal Music Group, Live Nation), provedores de plataformas (Netflix) e jornais (The New York Times) começaram a fazer experiências de imersão em 3D. O diretor da saga O Senhor dos Anéis, Peter Jackson, recentemente anunciou a venda do seu estúdio de efeitos especiais, Weta Digital, para uma empresa de software americana (Unity) que quer desenvolver o metaverso — uma operação que demonstra o movimento muito rápido do setor. "Oferecer assentos de imersão na "primeira fila" de um evento esportivo, show musical ou desfile de moda poderia ser lucrativo para as empresas e aumentaria a acessibilidade de eventos ao vivo", segundo o relatório do Bank of America. ‘Metaverso’: entenda como vai ser o futuro da internet Escritório e presença virtual Mas um legado da pandemia de Covid-19 é o trabalho remoto. Infinite Office é o lugar de trabalho idealizado pelo Facebook. Ele tem salas de reuniões virtuais, onde os participantes podem simultaneamente usar seus computadores do mundo real. Mas o Facebook não é a única dentre as grandes empresas de tecnologia que estão desenvolvendo conceitos desse tipo. A Microsoft comentou recentemente sobre a criação de um "metaverso para empresas", com base no Microsoft Teams, a plataforma de reuniões que se popularizou durante a pandemia. Com ele, segundo a empresa, será possível oferecer espaços virtuais para eventos, reuniões e oportunidades de networking. Para a empresa de consultoria PwC, o setor de formação tem muito a ganhar com ambientes de escritórios virtuais. "A realidade virtual já está impulsionando programas de formação de vários setores, criando ambientes que seriam caros, perigosos ou limitados no mundo real", segundo seus especialistas em um relatório de 2020. Eles acreditam que uma experiência de imersão e emoção, que pode ser muito mais emocionante que a formação tradicional no local de trabalho, pode estimular a memória e ser muito mais eficaz no aprendizado de novas habilidades e procedimentos. O que será do metaverso do Facebook? Wagner Magalhaes / g1 Grandes desafios Os especialistas concordam que ainda há um longo caminho a ser percorrido antes de podermos ver o metaverso materializado. O ex-engenheiro da IBM Thomas Frey recorda que a infraestrutura da internet, a possibilidade de ter um grande número de participantes interagindo em tempo real, as barreiras do idioma e os problemas de latência (o tempo decorrido para abrir uma página web ao clicarmos nela) são os principais desafios do metaverso. Serão necessários computadores e chips de processamento de gráficos e vídeo mais potentes e as companhias mais importantes do setor, como NVIDIA, AMD e Intel, já vêm trabalhando neles. O desenvolvimento de toda essa tecnologia oferecerá novas oportunidades de negócios para todos os fabricantes de microchips. Outro setor que promete transformações é o da educação. "A ideia fundamental é baseada na aprendizagem adaptativa, que existiu por muitos anos", segundo Haim Israel, Felix Tran e Martyn Briggs, estrategistas da BoA Merrill Lynch. "As lições mudam de resposta de acordo com as reações dos estudantes sobre a matéria, como inclinar a cabeça ou até pegar no sono. Podem ser criados questionários, vídeos e explicações adicionais para aumentar a compreensão ou animar a aula", acrescentam eles. No campo da educação superior, tudo indica que as universidades criarão seus próprios campi virtuais, o que poderia aumentar o número de estudantes. As possibilidades são quase infinitas. Os estudantes de astronomia poderiam observar a colisão de galáxias e a aula de história da arte poderia ocorrer na Capela Sistina. Microsoft diz que Mesh para Teams é porta de entrada para o metaverso Microsoft Cada vez mais usuários procuram soluções digitais para assistência médica e a pandemia exacerbou essa tendência. A medicina e a telemedicina poderiam ter um campo para crescer e desenvolver novos serviços. O mesmo aconteceu com o comércio eletrônico. Gigantes como a Amazon e o Mercado Livre viram suas vendas multiplicar-se e o Bank of America acredita que o metaverso levará os consumidores a comprar mais nos mundos virtuais. Para Benjamin Dean, todo esse novo comércio precisará de moedas alternativas que convivam com o dinheiro existente: dólares, euros, ienes, reais... "A linha divisória entre a realidade física e a virtual vem se dissipando e isso continuará a acontecer durante a próxima década", afirma ele.
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Black Friday: como se proteger das fraudes, segundo especialistas em segurança

Especialistas alertam que pessoas estão mais ansiosas por preços abaixo do normal e tendem a ter pouco cuidado com links e sites suspeitos; conheça alguns dos principais golpes. Especialistas em segurança cibernética dizem que impulso e prazo curto para compras fazem da Black Friday o dia com mais golpes do ano Getty Images via BBC Durante meses, algumas das maiores lojas de departamentos do Brasil anunciam a chegada da data mais aguardada por quem espera fazer compras com grandes descontos: a Black Friday (nesta sexta-feira, 26/11). Mas a data tão atrativa também se tornou a preferida dos golpistas digitais. Dados de empresas brasileiras de segurança cibernética apontam que a data é a campeã em fraudes. Nenhum outro dia do ano tem tantas ocorrências de consumidores enganados. GUIA DE COMPRAS: Qual comprar? Veja dicas na hora de escolher airfryer, televisão, fone de ouvido e outros DRINKS: como combinar gim, vodca e cachaça SMARTPHONES: g1 testa modelos de R$ 2 mil TODOS OS GUIAS DE COMPRA "A Black Friday é o 'Natal' dos golpistas. É quando eles ganham mais dinheiro", diz Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil, organização sem fins lucrativos voltada para garantir segurança em questões de privacidade e crimes na internet. Ele explica que a data é campeã de golpes porque une dois ingredientes "explosivos": "O desejo do consumidor de comprar algo com um preço muito abaixo do mercado e, do outro lado, a vontade do golpista de ganhar dinheiro". "Tudo isso numa data em que o consumidor está mais vulnerável para assumir riscos em troca de um desconto maior." Tavares afirma que esse impulso leva pessoas, atraídas por um preço mais baixo, a comprar coisas em sites em que nunca compraram antes, que não conhecem e não pesquisaram previamente. 'A Black Friday é o Natal dos golpistas. É quando eles ganham mais dinheiro', diz o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares Getty Images via BBC "As pessoas ficam ainda mais suscetíveis a assumir riscos e tomar decisões imediatas porque elas têm um dia só para aproveitar. Muitas vezes, no intervalo do almoço, do café, para não perder a promoção. Como ela vai pesquisar algo em tão pouco tempo?", diz. Para Bruno Almeida, especialista em segurança de dados e diretor de inovação da Mandic Cloud, empresa de tecnologia especializada em computação em nuvem, "essas são datas em que as pessoas ficam angustiadas porque elas esperam esse momento o ano inteiro para comprar. Se não prestarmos atenção aos detalhes, acabamos comprando por impulso por conta das mensagens de emergência." VEJA TAMBÉM: Vai usar o PIX na Black Friday? Veja como evitar furadas Saiba como fazer uma boa pesquisa de preços É possível conseguir descontos com a inflação em alta? Veja dicas Tudo sobre a Black Friday 2021 O coordenador do MBA de marketing digital na FGV, Andre Miceli, disse que as pessoas caem mais em golpes na Black Friday porque têm a expectativa de encontrar preços abaixo do normal — e não desconfiam deles. "Em outras datas, como o Dia dos Namorados, Dia das Mães e Natal, também há campanhas que se estendem por semanas e as compras ocorrem de maneira mais espaçada. A Black Friday é uma data prevista para negócios atípicos. É quando uma anomalia de preço não chama atenção porque as pessoas estão habituadas a fazer compras com preços anormais", afirmou. Miceli afirmou que o Brasil está entre os cinco países com os maiores números de ataques em ambiente digitais. São 60 milhões de invasões de hackers ou transações comerciais fraudadas por ano. Site clonado e corrente de WhatsApp Um dos golpes mais comuns na Black Friday é um dos mais antigos da internet. O phishing é uma técnica usada pelos ladrões de dados para enganar os clientes e roubar suas informações sem que percebam. Para isso, eles criam sites falsos — muitas vezes clones de grandes lojas — e espalham esses endereços eletrônicos por email ou correntes de aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram. Esse e-mail é confiável? Veja dicas para não cair em golpes As mensagens costumam ter textos alarmistas, de promoções que se esgotam em poucos minutos ou das poucas unidades que ainda restam. Tudo isso para forçar a vítima a fazer a compra imediatamente. No impulso de se dar bem e aproveitar um grande desconto, o consumidor coloca seus dados pessoais e de cartão de crédito no site espião. Do outro lado, os golpistas colhem todas essas informações e as usam para fazer compras. Black Friday: público que pretende fazer alguma compra cai de 61% para 57% O mesmo pode ocorrer com aplicativos, quando a vítima acredita que um app dará descontos extras durante a Black Friday. Mas, após fazer o download e autorizar que o programa tenha acesso a algumas informações do smartphone ou tablet, o criminoso passa a receber informações sigilosas e usá-las para fazer compras. Também há quadrilhas especializadas em criar lojas digitais ou contas de lojas falsas em market places (sites de vendas criados em redes sociais). Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, os bandidos oferecem, neles, produtos que não têm. O cliente compra um produto que não receberá. Como evitar golpes na Black Friday? Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil, diz que a pessoa que recebe ofertas tentadoras pela internet deve ter calma e paciência para confirmar se a oferta é verdadeira e se a empresa tem uma boa reputação. "A primeira coisa é digitar o site manualmente diretamente no browser para evitar sites clonados. O acesso por links pode levar a páginas falsas e enganar o comprador. Se a loja realmente estiver fazendo a promoção, o cliente deve entrar em sites que comprovem a reputação da empresa, como a plataforma www.consumidor.gov.br, do Ministério da Justiça, e o Reclame Aqui". Ele diz ainda que é possível confirmar pelo Google Street View se o endereço registrado pela empresa realmente existe e se ela está no local informado. Pesquisar sobre a reputação da empresa é uma das dicas para evitar sofrer golpes na Black Friday Getty Images via BBC O especialista em segurança cibernética da Mandic Cloud Bruno Almeida alerta que uma das principais dicas é desconfiar de qualquer link encaminhado em grupos e até mesmo de maneira privada em redes sociais — inclusive de pessoas de confiança. "Participamos hoje de grupos de WhatsApp com muitas pessoas que a gente talvez nem conheça. Até mesmo conhecidos nossos podem compartilhar sites maliciosos, que roubam seus dados, sem saber do que se trata. Não compre nada nesses sites sem conhecer nem instale programas ou aplicativos em seu celular de empresas desconhecidas. Especialistas ainda indicam que o ideal é usar conexões confiáveis ao fazer compras, como o plano de dados do celular ou a rede de Wi-Fi da sua casa. Também só é recomendado fazer compras em aparelhos com antivírus atualizados. Também é recomendado que o comprador visite as páginas das redes sociais das lojas em que planeja fazer compras para saber qual a avaliação que ela teve de seus clientes anteriores: se cumpriu o prazo de entrega, se o produto chegou corretamente e se fez as trocas de maneira adequada quando necessário. Confira se a página tem certificados de segurança digital, se aparece um cadeado ou a inscrição "https" na barra de endereço. 'Na dúvida, não compre' Para quem está há meses à espera de uma data especial para compras, um dia pode parecer pouco para aproveitar as promoções. O coordenador do MBA de marketing digital na FGV, Andre Miceli, disse que o mais importante neste momento é controlar as emoções e, por mais difícil que seja, agir com calma. "Desconfiar de tudo é o primeiro passo. Quando a esmola é demais, todo santo desconfia. Isso vale não só para compras, mas também para evitar cair em fake news. É importante procurar uma validação para a informação por outras fontes daquilo que você recebe", afirmou. Segundo ele, o primeiro passo para evitar esse tipo de situação é analisar o site em que o cliente pretende fazer a compra. E se recebeu link em alguma mensagem, antes de clicá-lo, verificar o site e confirmar se lá também existe a informação exibida no link. Miceli explica que é muito comum os sites clonados usarem endereços muito parecidos com os clonados, que enganam facilmente quem passa o olho rapidamente. Muitas vezes são sites brasileiros que terminam com ".ru" ao invés de ".com.br" ou ".com". Esses são grandes indícios de que o cliente deve evitar a compra. Ele explica que todos os anos surgem novos golpes diferentes e que as empresas de segurança avançam na tentativa de barrá-los. Nos últimos anos, conta ele, o sistema antispam do Gmail, por exemplo, evoluiu a ponto de barrar boa parte das mensagens maliciosas e indesejadas. É um jogo de gato e rato. "É normal que o crime ande na frente, a ação é do criminoso, há sempre pessoas criando novas formas de subversão. E por mais que os mecanismos estejam ficando mais eficientes, é difícil barrar algumas coisas", afirmou. O que fazer se você cair num golpe desses? Por mais que existam formas de se proteger de fraudes, a Black Friday sempre registra ocorrências desse tipo. Mas o que fazer se você for uma dessas vítimas? A advogada especializada em crimes cibernéticos Flora Sartorelli, do escritório Duarte Garcia, afirma que a primeira coisa a se fazer é entrar em contato com o banco ou a operadora de cartão de crédito por onde foi feita a transação. "Isso funciona para tentar bloquear a conta do fraudador e conseguir restituir o dinheiro. Ou até mesmo bloquear o cartão para evitar que a operação seja concluída e até evitar novas fraudes", afirmou. Ela explica que os bancos possuem um sistema de inteligência capaz de detectar a maior parte das vezes em que um cartão foi fraudado e bloquear a transferência de valores. Uma delas é quando ocorrem várias compras seguidas com valores repetidos. O próximo passo, conta Sartorelli, é registrar um boletim de ocorrência. Ela afirma que a vítima deve reunir o máximo de informações possíveis para fornecer à polícia, como uma captura de tela do site onde a compra foi feita, o CNPJ da empresa e o endereço físico dela. No Estado de São Paulo, caso haja indícios de que a fraude ocorreu graças à ação de uma organização criminosa, a investigação é encaminhada para uma delegacia especializada em crimes cibernéticos. Prisão Apesar de os especialistas dizerem que é pouco comum alguém ser identificado e preso por cometer fraudes cibernéticas, os criminosos podem responder por diferentes crimes. Criar um site clonado ou falso se enquadra nos crimes contra a economia popular, de 1951. A pena é de seis meses a dois anos de prisão. Mas quando o golpista induz ou mantém alguém em um erro, como fazer uma compra em um site falso ou transferir dinheiro em troca de algum produto que não receberá, ele pode responder por estelionato. Esse crime prevê uma pena de 1 a 5 anos de prisão. Também há o crime de furto bancário. Segundo Sartorelli, o crime é cometido a partir do momento em que o criminoso insere informações pessoais obtidas de terceiros em um phishing para fazer transferências e pagamentos. O criminoso pode responder por furto simples, com pena de 1 a 4 anos de prisão ou até furto qualificado — de 2 a 8 anos. Especialistas relatam que muitos consumidores que caem em golpes de páginas clonadas costumam culpar as páginas verdadeiras pela fraude. A advogada especialista em crimes cibernéticos afirma que as empresas que tiveram seus sites falsificados também são vítimas. "Como é muito difícil rastrear as pessoas que cometeram o crime, o ser humano quer achar um culpado. Como não consegue, vai no que está mais perto porque sente que a empresa verídica deveria ter um controle de clonagem de seu próprio site, mas isso é muito difícil de ser feito e esse dever não está no rol de atividades dela", afirmou a advogada Flora Sartorelli. Ela explica que só é possível acusar alguém de fraude se for possível provar que essa pessoa contribuiu para que o golpe ocorresse ou por ter se omitido de um dever para evitá-lo. Há ainda os casos em que empresas anunciam um preço na loja e quando o item é colocado no carrinho aparece um valor maior. Ou então a loja anuncia um desconto de 50% de um produto que teve seu valor dobrado recentemente, recurso conhecido como "metade do dobro". Nesses casos, a advogada indica que a vítima entre em contato com a própria empresa, pois pode ter ocorrido um erro e o problema pode ser solucionado rapidamente. Caso a empresa se negue a fazer um acordo ou devolver o dinheiro, o cliente pode fazer uma reclamação no Procon do seu Estado. Ela lembra que fazer propaganda enganosa é um crime com pena prevista entre 3 meses e 1 ano de prisão. Reportagem produzida pela BBC originalmente em 25/11/2019 e atualizada em 25/11/2021
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'Eu fui assassinada': vídeo usa inteligência artificial para dar voz a vítimas de feminicídio

Campanha pública educativa de Israel quer alertar outras mulheres sobre como se protegerem de relacionamentos abusivos. Inteligência artificial faz vítimas de feminicídio falarem novamente "Eu fui Michal Sela", diz a mulher morta, olhando diretamente para a câmera. "Em 2019, fui assassinada pelo homem que era meu marido, o assassino Eliran Malul. E hoje, depois de perder minha vida, apelo a vocês: ouçam minha voz". O vídeo é parte de uma campanha pública educativa de Israel que usa tecnologia de inteligência artificial para trazer cinco mulheres assassinadas "de volta à vida" para alertar outras mulheres sobre como se protegerem de relacionamentos abusivos. Os vídeos são feitos com fotos das mulheres antes de elas morrerem, e recorrem à tecnologia para criar animações em vídeo que as mostram falando dubladas por atrizes. Eles foram produzidos pela start-up de aprendizado profundo D-ID para marcar o Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra as Mulheres. VEJA TAMBÉM 30% das mulheres dizem que já foram ameaçadas de morte por parceiro ou ex Sagit Ozeri foi assassinada pelo marido e foi recriada com inteligência artificial para falar de crime Corinna Kern/Reuters Entre as mulheres destacadas está Sela, que tinha 32 anos quando foi morta a facadas pelo marido diante da filha pequena em 2019. O marido foi condenado por assassinato no mês passado. O objetivo da campanha é criar uma "vacina contra a violência, que estamos atacando de todos os ângulos", explicou Ben Ami, um dos parentes que aprovaram os vídeos, à emissora Channel 13. 'Mudei de endereço': os relatos de vítimas de 'stalking', que pode dar 3 anos de prisão Entenda: como saber se você é vítima de 'stalking' O Ministério do Bem-Estar de Israel relatou 10% a mais de chamadas em sua linha direta contra a violência doméstica em 2021 na comparação com o ano passado. Em seu vídeo, "Sela" aconselha as mulheres a buscarem ajuda se estiverem em um relacionamento com alguém ciumento e obsessivo. "Se você tem medo da reação dele ao se separar, compartilhe com uma pessoa próxima e um especialista em violência doméstica, que te ajudará a se separar com segurança e voltar para sua luz”, diz ela. "Ouça minha voz. Ouça sua voz."
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Vendas de celulares caem 6% no terceiro trimestre devido a falta de chips

Levantamento da Gartner indica escassez de componentes atrasou lançamento de produtos e impactou oferta de smartphones aos consumidores. Falta de chips impacta produção de celulares Fábio Tito/G1 As vendas de celulares caíram 6,8% no terceiro trimestre de 2021 na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a consultoria Gartner. A retração aconteceu por conta da falta de chips, que afeta produções em todo o mundo e tem impacto na oferta aos consumidores finais. O levantamento apontou que, entre julho e setembro de 2021, foram 342,2 milhões de smartphones vendidos em todo o mundo. No mesmo período de 2020, as empresas venderam 366,2 milhões de unidades (veja as que mais venderam ao final do texto). 'Armagedom dos chips’ já provoca desde escassez de videogames até disputas geopolíticas Por que há escassez de produtos no Brasil e no mundo O diretor de pesquisa sênior da Gartner, Anshul Gupta, afirmou que atrasos no lançamento de produtos, cronogramas de entregas maiores e estoques insuficientes levaram à queda das vendas, mesmo com uma forte demanda por parte dos clientes. “As restrições de oferta impactaram a programação de produção de smartphones básicos e utilitários muito mais do que smartphones premium”, afirmou o analista. Marcas que mais venderam Entre as cinco empresas que mais venderam celulares no terceiro trimestre, apenas a líder Samsung teve queda nas vendas. A empresa passou de 80,8 milhões de unidades entre julho e setembro para 69 milhões no mesmo período deste ano. A Apple e as chinesas Xiaomi, Vivo e Oppo, que aparecem na sequência do ranking, tiveram alta nas vendas. O levantamento aponta que, somadas, as demais marcas venderam cerca de 30 milhões de unidades a menos. Confira o ranking: Vendas de smartphones no 3º trimestre de 2021
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Smart TV: 4K, 8K, QLED, OLED... saiba como escolher

Entenda as características de qualidade de imagem e confira seleção de 25 modelos. Veja ainda 8 pontos a considerar na hora da compra, incluindo a velocidade da internet. Guia de compras do g1 ajuda a escolher a smart TV g1 O Brasil é um dos países onde mais se compram TVs de tela fina e, por isso, os aparelhos vendidos aqui não ficam atrás em termos de tecnologia. Mas isso significa que, na hora da escolha, é preciso saber decifrar uma série de siglas: OLED, QLED, ultra HD, HDR10+... e por aí vai. Para dar uma mãozinha, o Guia de Compras do g1 aponta quais são os itens que precisam ser levados em conta na escolha da TV e por quê. E faz uma seleção de 25 smart TVs com tamanhos e tecnologias variados: das "pequenas", com menos de 50 polegadas e mais baratas, aos painéis de 8K que podem custar dezenas de milhares de reais. O guia é dividido pelo tipo de tecnologia, começando pelas mais avançadas. Ao final, veja 8 pontos a considerar na hora da compra. Smart TVs 8K ainda são bastante caras g1 As TVs 8K, às vezes chamadas de "ultra full HD", têm resolução (7.680 x 4.320 pixels) quatro vezes maior do que as 4K e isso também explica por que elas são grandes. Mas a tecnologia mais recente também cobra preços bem mais altos. É importante saber que ainda é raro encontrar conteúdo em 8K. O YouTube suporta vídeos nessa resolução e a Nasa disponibiliza alguns, por exemplo. No mundo dos games, isso também engatinha. E há mais opções para jogar no PC conectado a uma TV 8K do que em consoles. Outros guias: AIRFRYER: como escolher sua 'fritadeira' sem óleo DRINKS: veja como combinar gim, vodca e cachaça TV ANTIGA?: 8 produtos para ela virar smart TODOS OS GUIAS DE COMPRA Outra questão é que o streaming de conteúdos em 8K vai requerer conexões ainda mais velozes: sua "popularização" vai combinar com a da internet 5G. Samsung Neo QLED 8K 85QN900A – 85 polegadas Também é vendida em 75 polegadas. A tela tem iluminação com MiniLEDs, tem frequência de 120 Hz (a maioria das TVs do mercado possui frequência menor, de 60 Hz) e conta com HDR+10 e som Dolby Digital Plus. Permite controle por voz com Alexa (assistente virtual da Amazon) e Google Assistente integrados e há 4 entradas HDMI e 3 USB. Custava, em média, R$ 85 mil em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Samsung Smart Tv QLED 8K Q950ts – 85 polegadas Também é vendida em 75 polegadas. A tela usa iluminação em QLED (pontos quânticos), tem frequência de 120 Hz, HDR10+ e som Dolby Digital Plus. Tem Alexa integrada para controle por voz e tem 4 entradas HDMI e 3 USB. Custava, em média, R$ 50 mil em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site da Fast Shop Veja no site das Americanas Samsung QLED 8K 82Q800T – 82 polegadas Disponível também em 65 e 75 polegadas. Usando iluminação em QLED, a tela tem frequência de 120 Hz, com HDR10+ e som Dolby Digital Plus. Possui Alexa, para controle por voz, e tem 4 entradas HDMI e 2 USB. Custava, em média, R$ 50 mil em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas LG 75Nano95 8K IPS – 75 polegadas Nano ou NanoCell é o nome que a LG dá para sua tecnologia de iluminação por pontos quânticos, equivalente ao QLED. Tem frequência de 60 Hz e conta com HDR10+ e som com suporte Dolby Atmos. Permite controle por voz com Alexa e Google Assistente e conta com 4 entradas HDMI 2.1 e 3 USB. Custava, em média, R$ 15 mil em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas LG 8K 65Nano95 – 65 polegadas Versão menor do modelo descrito acima, também é fabricada em 55 polegadas. Custava, em média, R$ 11 mil em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site da Fast Shop Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Samsung QLED 8K 65Q800T - 65 polegadas Versão menor da 82Q800T, com as mesmas configurações: tela com iluminação em QLED, frequência de 120 Hz, com HDR10+ e som Dolby Digital Plus. Possui Alexa, para controle por voz, e tem 4 entradas HDMI e 2 USB. Custava, em média, R$ 11 mil em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Veja no site da Fast Shop Veja no site das Americanas Smart TVs 4K são a maioria no mercado g1 O famoso 4K é chamado de "ultra HD" por algumas marcas. Isso porque sua resolução (de 3.840 x 2.160 pixels), supera a do HD e a do Full HD. É a tecnologia predominante na oferta de TVs das grandes lojas on-line atualmente. Mas o mesmo ainda não acontece em relação ao conteúdo com essa qualidade: as produções em 4K ainda são limitadas, mas tendem a crescer bastante com a chegada do 5G, isso porque a velocidade da conexão é determinante. É preciso, pelo menos, de 25 Mbps (megabits por segundo). A saída das fabricantes de TV para a escassez de conteúdo é oferecer o tal "upscaling", que funciona como simulação de como seria a produção com essa definição mais alta. Philips UHD 4K 70PUG7625/78 – 70 polegadas Também disponível em 58 e 50 polegadas, possui tela com iluminação de LED e 60 Hz de frequência. Conta com HDR10+, som com suporte Dolby Atmos e 3 entradas HDMI e 2 USB. Custava em torno de R$ 4.500 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas LG EVO OLED65G1PSA – 65 polegadas A iluminação da tela é com a tecnologia OLED. Tem frequência de 120 Hz e conta com HDR10 e som com suporte Dolby Atmos. Permite controle por voz com Alexa e Google Assistente e conta com 4 entradas HDMI 2.1 e 3 USB. Custava, em média, R$ 12 mil, em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site da Fast Shop Veja no site das Americanas LG MiniLED 65QNED90 – 65 polegadas Também disponível em 75 polegadas, tem painel com miniLEDs. As demais configurações são semelhantes ao modelo descrito acima. Custava, em média, R$ 11 mil, em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Samsung Neo QLED 4K 65QN90A – 65 polegadas Vendida também em 50 e 55 polegadas. Tem painel com miniLEDs, frequência de 120 Hz, HDR10+ e som Dolby Digital Plus. Há 4 entradas HDMI e 2 USB. Permite controle por voz com Alexa e Google Assistant. Custava, em média, R$ 10 mil em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site da Fast Shop Veja no site das Americanas Panasonic 4K Ultra HD TC-65GX500B – 65 polegadas Tela com iluminação de LED e frequência de 60 Hz. Conta com HDR10 e 3 entradas HDMI e 1 USB. Não possui conexão Bluetooth. Custava, em média, R$ 4.200 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site da Fast Shop Veja no site das Americanas TCL Android 65 P8M Ultra – 65 polegadas Também disponível em 50 e 55 polegadas. Conta com o sistema operacional Android, do Google, em vez de um próprio, como a maioria das TVs. A tela tem iluminação em LED, 120 Hz de frequência, com HDR, som Dolby e Chromecast incorporado. Possui reconhecimento de voz com Google Assistente e Alexa. São 3 entradas HDMI e 2 USB. O preço médio era de R$ 4.000 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Toshiba QLED 65M550KB Tb002 - 65 polegadas Disponível em 55 polegadas também. Tela com iluminação QLED (pontos quânticos) e 60 Hz de frequência. Possui comando de voz com Alexa integrada, som com suporte Dolby Atmos, 3 entradas HDMI e 2 USB. A marca é representada pela Multilaser no Brasil. O aparelho custava, em média, R$ 5.200 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Philips LED 58PUG7625/78 – 58 polegadas Tela com iluminação de LED e 60 Hz de frequência. Conta com HDR10+, som com suporte Dolby Atmos e 3 entradas HDMI e 2 USB. Custava, em média, R$ 3.200 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Samsung Neo QLED 4K 55QN90A – 55 polegadas Versão menor da 65QN90A. Tela com iluminação de MiniLED e 120 Hz de frequência. HDR10+ e som Dolby Digital Plus. Há 4 entradas HDMI e 2 USB. Permite controle por voz com Alexa e Google Assistente. Custava, em média, R$ 9.500, em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site da Fast Shop Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Samsung Neo QLED 4K 50QN90A – 50 polegadas A menor versão da linha QN90A, com as mesmas características do modelo acima. Custava, em média, R$ 5.500, em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site da Fast Shop Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Veja no site do Carrefour LG 50NANO75 – 50 polegadas Nano ou NanoCell é o nome que a fabricante dá para sua tecnologia de iluminação por pontos quânticos, equivalente ao QLED. Tem frequência de 60 Hz e conta com HDR10. Possui comandos de voz com Google Assistente e Alexa, além de 3 entradas HDMI 2.0 e 2 USB. Custava, em média, R$ 2.700 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site da Fast Shop Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Philips UHD 4K 50PUG7625 – 50 polegadas Versão menor da 58PUG7625/78 e da 70PUG7625/78. Possui tela com iluminação de LED e 60 Hz de frequência. Conta com HDR10+, som com suporte Dolby Atmos e 3 entradas HDMI e 2 USB. Custava em torno de R$ 2.500 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Veja no site do Carrefour LG OLED48C1 – 48 polegadas Disponível também em 83, 67, 65 e 55 polegadas. A iluminação da tela é com a tecnologia OLED. Tem frequência de 120 Hz e conta com HDR10 e som com suporte Dolby Atmos. Permite controle por voz com Alexa e Google Assistente e conta com 4 entradas HDMI 2.1 e 3 USB. Custava em torno de R$ 4.500 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site da Fast Shop Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Samsung Crystal UHD 43AU7700 - 43 polegadas Disponível em 5 tamanhos entre 43 e 75 polegadas. Tem tela com iluminação de LED e 60 Hz de frequência. Conta com HDR, som Dolby Digital Plus, além de 2 entradas HDMI 2.1 e 1 USB. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Smart TVs Full HD já estão restritas a telas menores g1 O Full HD (resolução de 1.920 x 1.080 pixels) hoje em dia está mais restrito a TVs de entrada, com telas menores. Ali também há maior disputa de marcas. TCL LED 40s6500fs Smart Full HD– 40 polegadas Disponível em 43 polegadas e em 32 (mas só com HD). Possui sistema operacional Android, com o Chromecast embutido. A tela tem iluminação de LED, HDR e frequência de 60 Hz. Possui reconhecimento de voz e duas entradas HDMI e uma USB. Custava, em média, R$ 2.200, em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia LG 43LM6370 – 43 polegadas Tela de LED com 60 Hz de frequência e HDR10. Tem reconhecimento de voz pelo sistema da LG (ThinQ), além de 3 entradas HDMI 2.0 e 2 USB. Custava por volta de R$ 2.000 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour AOC Roku LED – 43 polegadas Tela de LED com 60 Hz de frequência, equipada com o sistema operacional Roku, rival do Amazon Fire TV e da Apple TV, por exemplo. Possui 3 entradas HDMI e 1 USB. Não contém HDR. O preço médio era de R$ 1.800 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Semp 43s5300 LED – 43 polegadas Também com sistema operacional Android, inclui o Google Assistente para comando de voz. A tela é de LED com frequência de 60 Hz, HDR10 e som Dolby Digital. São 2 entradas HDMI e 2 USB. Custava em torno de R$ 2.000 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Philco Roku LED Full HD 42G52RCF – 42 polegadas Mais uma opção com sistema operacional Roku. Possui tela de LED com frequência de 60 Hz e 3 entradas HDMI e 2 USB. Seu preço médio era de R$ 1.700 em meados de novembro. 🛒Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas 8 pontos para observar antes da compra 1) RESOLUÇÃO: "A prioridade é a qualidade de imagem", ensina o professor Marcelo Zuffo, coordenador do Centro Interdisciplinar de Tecnologias Interativas da Universidade de São Paulo (USP). É por isso que o guia começa explicando as tecnologias de resolução (quantidade de "pontos") da tela: 4K, 8K e Full HD. Isso tem a ver com a nitidez da imagem. 2) ILUMINAÇÃO: as tecnologias de brilho e contraste também respondem pela qualidade do que se vê. Saiba aqui o que é LED, QLED (pontos quânticos), OLED e microLED, que são as opções ofertadas atualmente nas smart TVs. 3) HDR: a sigla de High Dynamic Range, em inglês, também entra nesse quesito. Ele deixa as cores mais vivas e atua também sobre brilho e contraste. Suas evoluções são o HDR10 e o HDR10+. HLG e Dolby Vision são equivalentes ao HDR. 4) FREQUÊNCIA ou taxa de atualização, é o número de vezes por segundo que a imagem (quadro) é recriada na tela. Ela é medida em hertz (Hz) e, em geral, as smart TVs possuem telas de 60 Hz (60 quadros por segundo). As que têm 120 Hz podem fazer muita diferença em games. 5) CONEXÃO DE INTERNET: de nada adianta tudo isso se a internet for ruim. Os serviços de streaming costumam recomendar em torno de 5 Mbps (megabites por segundo) para vídeos em qualidade HD. Para os 4K, ao menos 25 Mbps. "Uma questão importante é verificar se a TV tem (entrada para cabo) Ethernet, que permite conectá-la por cabo ao modem, sem depender da rede wi-fi", destaca Zuffo. 6) SISTEMA OPERACIONAL: o especialista explica que a maioria das TVs utiliza um sistema próprio, como o webOS, da LG, e o Tizen, da Samsung. Com eles, o consumidor fica dependente das atualizações para continuar tendo acesso aos aplicativos de streaming e outros que venha a desejar. "Em geral, depois de 5 anos, eles deixam de atualizar o sistema. A indústria de TV não é a de celular", compara Zuffo. Nesse caso, segundo ele, há duas opções. Uma são as TVs com sistemas operacionais de empresas especializadas, como o Android, do Google, e o Roku. A segunda é recorrer aos sticks de TV, como Chromecast, também do Google, o próprio Roku, o Amazon Fire TV, entre outros. 7) HDMI E USB: são essas entradas que permitirão conectar sticks, consoles, computadores e outros dispositivos à TV. "Tem que escolher (pelo menos) o HDMI 2.0", recomenda Zuffo. Já há TVs com HDMI 2.1. E o número de entradas também é importante. 8) SOM: recursos como Dolby Atmos prometem som de cinema. Para o professor da USP, este é um item muito pessoal. "Và à loja e teste o som alto", recomenda. Aliás, para Zuffo, a experiência presencial faz diferença até na escolha da tecnologia de imagem e também para entender a operação: mudar de canal, como instalar a TV, etc. Vale verificar se a TV tem suporte para Bluetooth ou conexão por cabo com caixas de som e fones de ouvido. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. Initial plugin text
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WhatsApp lança editor para criar figurinhas personalizadas; veja como usar

Nova ferramenta já está disponível para o WhatsApp Web e poderá ser acessada no aplicativo no Desktop na próxima semana. WhatsApp lança editor para criar figurinhas personalizadas Divulgação O WhatsApp acaba de lançar uma nova ferramenta para as versões Web e Desktop que permite aos usuários criar suas próprias figurinhas. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram A novidade já está disponível para o WhatsApp Web e poderá ser acessada no aplicativo do Desktop na próxima semana. As atualizações dos aplicativos costumam ser liberadas aos poucos, então é possível que a novidade demore alguns dias para aparecer para todos. GUIA DE COMPRAS CELULAR COM 5G: os melhores modelos até R$ 3.000 AIRFRYER: como escolher sua 'fritadeira' sem óleo ASPIRADOR ROBÔ: será que vale a pena? Conheça os tipos Como criar figurinhas no WhatsApp Web: O editor para criação de figurinhas está disponível partir de qualquer chat, por enquanto somente no WhatsApp Web: Clique em "Anexar" (ícone do clipe de papel); Selecione "Figurinha" e carregue uma foto para criar sua figurinha personalizada; Os usuários podem delinear e cortar as fotos e até adicionar emojis ou palavras a elas. Passo a passo para acessar o editor de figurinhas do WhatsApp Reprodução LEIA TAMBÉM MAIS RECURSOS: Função do WhatsApp Web que dispensa celular é liberada para mais usuários OUTRAS OPÇÕES: Como funcionam SMS, Telegram, Signal, Twitter e Discord Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger
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'NFT' é eleita a palavra do ano 2021 pelo dicionário Collins
Sigla em inglês para 'non-fungible token' se refere um selo digital que pode ser associado a uma foto, um vídeo ou qualquer tipo de arquivo digital. NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’ "NFT" foi eleita a palavra do ano 2021 pelo grupo que publica o dicionário Collins. O termo é uma sigla em inglês para 'non-fungible token' (token não fungível, em português) e se refere um selo digital que pode ser associado a uma foto, um vídeo ou qualquer tipo de arquivo digital. Fungível é algo que pode ser substituído, então esses tokens, que são códigos eletrônicos, são únicos, insubstituíveis. LEIA MAIS NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’ Idosa de 82 anos usa NFT para comprar 20% de apartamento no Rio Grande do Sul Os arquivos digitais são registrados pelo sistema blockchain, a mesma tecnologia de criptomoedas, moedas digitais, como o Bitcoin. Ela funciona como um grande livro contábil, que vai registrando transações e registros, sempre com criptografia. O uso do termo teve um crescimento "meteórico" de 11.000% em seu uso durante o último ano, segundo o dicionário Colins, que define a abreviação como "um certificado digital único, registrado em um blockchain, que é usado para registrar a propriedade de um ativo como uma obra de arte ou um colecionável". Diversos itens NFT foram leiloados por cifras altíssimas durante 2021, incluindo o primeiro post feito no Twitter, memes como o da garotinha Chloe e uma colagem digital do artista Beeple, que custou US$ 69,3 milhões. "NFT" superou outras duas palavras relacionadas com tecnologia na lista inicial que o dicionário Collins considerou para eleger o termo do ano: "crypto", uma abreviação de "criptomoeda" e "metaverso", que descreve um mundo virtual. Em outubro, a palavra vax, uma forma de abreviada de dizer vacina em inglês, foi escolhida a palavra do ano de 2021 pelo dicionário de língua inglesa Oxford. No ano passado, o dicionário Collins escolheu "lockdown" como palavra do ano.
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Elon Musk vende mais US$ 1,05 bilhão em ações da Tesla; total chega a US$ 9,9 bilhões

Bilionário tem vendido ações desde o início de novembro, quando fez uma votação no Twitter e prometeu se desfazer de 10% de sua participação na empresa. Analistas apontam que ele teria que fazer isso para pagar impostos que terá com papéis da companhia. Foto de arquivo de janeiro de 2020 mostra Elon Musk Joe Skipper/Reuters/Arquivo Atual homem mais rico do mundo e presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, realizou mais uma venda de ações da fabricante de carros elétricos, desta vez no valor de US$ 1,05 bilhão (R$ 5,85 bilhões, na cotação atual). A quantia consta em documentos regulatórios publicados na última terça-feira (23). Musk escreveu no Twitter em 6 de dezembro que venderia 10% de suas ações se os usuários da plataforma aprovassem a mudança. Dos 3,5 milhões de votos, 57,9% apoiaram a venda das ações. "Foi muito falado de que ganhos não realizados são uma forma de evasão fiscal, então proponho vender 10% de minhas ações da Tesla. Você apoia isso?", publicou na rede social. Fortuna de Musk: bilionário perdeu US$ 50 bilhões após enquete ENTENDA: por que Musk sugeriu a vendas das ações? Desde então, ele já vendeu o equivalente a US$ 9,9 bilhões (R$ 55,1 bilhões) em papéis da companhia – cerca da metade dos 10% prometidos, avaliados em quase US$ 21 bilhões (R$ 116 bilhões). Segundo a agência de notícias Reuters, Musk havia dito que teria de exercer um grande número de opções de ações nos próximos três meses, o que geraria uma grande cobrança de impostos. Vender alguns de seus papéis poderia liberar recursos para pagar os impostos. Antes da venda, o bilionário possuía uma participação de cerca de 23% na Tesla, incluindo opções de ações. Conheça os negócios de Elon Musk: Tecno Lógica: Banco prevê que Elon Musk será 1º trilionário do mundo
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Uber abre espaço para venda de maconha recreativa no Canadá

Compradores podem adquirir cannabis no app Uber Eats e fazer a retirada em loja parceira. Venda para uso recreativo da planta é permitida no país. Pé de maconha em uma plantação em Ontário, no Canadá Carlos Osorio/Reuters A Uber começou um novo serviço para seus os usuários de Ontário, Canadá, permitindo que façam pedidos de maconha em seu aplicativo Uber Eats. Um porta voz da empresa disse que a loja Tokyo Smoke, que comercializa a planta recreativa, seria listado no app a partir de segunda-feira (22). Os clientes podem fazer o pedido via Uber Eats e retirar em um dos estabelecimentos da parceira. A gigante da tecnologia está de olho no mercado da cannabis há algum tempo. Seu CEO, Dara Khosrowshahi, disse à mídia em abril que a empresa considerará a distribuição de maconha quando for permitido nos Estados Unidos. VEJA TAMBÉM Maconha medicinal: veja o essencial sobre o tema em 10 perguntas Cannabinólogo? Brasileiro se torna sommelier de cannabis em Israel: 'é como um vinho' Contra a maconha ilegal Com mais de três anos de legalização da cannabis recreativa no Canadá, o país está tentando consertar seu mercado de maconha em dificuldades, onde os produtores ilegais ainda controlam uma grande parte das vendas anuais totais. A parceria ajudará os adultos canadenses a comprar cannabis legal e segura, ajudando a combater o mercado ilegal underground que ainda responde por mais de 40% de todas as vendas de cannabis não medicinal a nível nacional, disse o Uber na segunda-feira. Conheça as regras para o consumo recreativo da maconha no Canadá As vendas de cannabis no Canadá totalizarão US$ 4 bilhões em 2021 e devem crescer para US$ 6,7 bilhões em 2026, de acordo com dados da empresa de pesquisa da indústria BDS Analytics. Questionado sobre a possibilidade de expansão para outras províncias canadenses, ou nos Estados Unidos, um porta-voz do Uber disse que "nada mais há para compartilhar neste momento". SAIBA MAIS No VÍDEO a seguir, veja reportagem da GloboNews sobre Ong na Paraíba que cultiva mais de 13 mil pés da planta: Na Paraíba, ONG cultiva mais de 13 mil pés de cannabis
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